segunda-feira, 9 de julho de 2012

4 Razoes para lembrar-se do criador na juventude


1. Anos de vigor
Entretanto, essa não é a única razão por que Deus nos ordena lembrar-nos do Criador nos anos de juventude. Ele nos manda isso porque a juventude são os anos de nosso maior vigor.
Por que devemos esperar até que estejamos morrendo, até que estejamos esgotados, até que nosso vigor esteja quase acabado para servirmos ao Criador? O Deus que nos criou merece nossos anos mais saudáveis e mais ativos: nosso corpo está forte e robusto, nossa mente é perspicaz e clara, nossos sensos são receptivos, aguçados e responsivos, nosso entusiasmo é brilhante e firme, nossa vontade é determinada e pertinaz. Lembre-se do Criador em seus anos vigorosos.
2. Anos de sensibilidade
Por que mais de nós se tornam cristãos durante a nossa juventude do que em nossa meia idade ou em nossa velhice? Porque os anos da juventude são anos de sensibilidade. Sem abandonarmos a nossa crença na “Depravação Total”, podemos dizer que é “mais fácil” arrepender-se e crer quando você é mais jovem. Nunca é fácil, mas é mais fácil. E é mais fácil porque, à medida que ficamos mais velhos, nosso coração fica mais endurecido, nossa consciência, mais cauterizada, nossos pecados, mais enraizados, e nosso estado de morte, mais grave.
Usemos nossa sensibilidade e receptividade juvenil para lembrar-nos de nosso Criador antes que cheguem os dias maus da indiferença insensível.
3. Anos de aprendizado
Aprendemos mais em nossa juventude do que em qualquer outro período da vida. Isso é verdadeiro em todos os assuntos, mas é especialmente verdadeiro na instrução religiosa. Todos os cristãos conhecidos meus que se converteram a Cristo nos anos tardios de sua vida expressam profunda tristeza a repeito de quão pouco eles sabem e quão pouco podem aprender em sua idade. Encorajo-os a valorizarem e usarem todo tempo que o Senhor lhes dá, mas eles sentem, muitas vezes, que têm de estudar duas vezes mais para aprenderem apenas a metade.
4. Anos de perigo
Os anos de juventude são anos cheios de campo minado: hormônios, pressão dos colegas, álcool, drogas, pornografia, imoralidade, testosterona, etc. Poucos atravessam esses anos sem explodir aqui e ali. Perigos são abundantes em todos os lados – e no lado de dentro. Quantas “primeiras” tentações se tornaram “últimas” tentações! Quanto precisamos de nosso Criador para guardar-nos e conduzir-nos através desse campo de batalha.
Lembre-se de lembrar
Gostaria de oferecer-lhe algumas dicas que o ajudarão a lembrar seu Criador durante estes melhores anos (e “piores” anos):
  • Convença-se de que você tem um Criador. Mantenha-se bem alicerçado num entendimento literal de Gênesis 1-2 e rejeite todas as influências evolucionárias.
  • Procure conhecer o seu Criador: estude sua Palavra, usando sermões, comentários e bons livros. Mas também estude sua Palavra usando microscópios, telescópios e outros instrumentos que ele dá.
  • Reúna-se com seus amigos do Criador: estabeleça amizades com outras criaturas que amam lembrar e respeitar o seu Criador.
  • Siga a ordem do seu Criador: ele estabeleceu e deu um padrão de seis dias de trabalho seguidos por um dia de descanso, para contemplação de suas obras.
  • Peça a salvação que seu Criador proveu: ainda que a sua rejeição de seu Criador tenha despedaçado sua vida, ele está disposto a recriar você à imagem dele.
E, enquanto falamos do assunto de salvação, não quero que os leitores mais velhos sintam-se desencorajados. Comparados com as eras da eternidade, vocês ainda estão em sua “juventude”. Não é tarde demais para lembrarem-se dele, antes que os dias maus se aproximem cada vez mais.
- Sobre o autor: Dr. David Murray é professor de Antigo Testamento e de Teologia Prática. Murray é nascido em Glasgow, na Escócia, onde foi ordenado ministro evangélico. Obteve seu doutorado em ministério pelo Reformation International Theological Seminary. Atualmente é um dos catedráticos do PRTS, nos EUA. Murray é casado com Shona, com quem tem quatro filhos.
Tradução: Wellington Ferreira
Fonte: [ Editora Fiel ]

A Noticia Gospel

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Não Desistir


  O mundo está repleto de torres inacabadas. Aqui, um casamento mal-sucedido; ali, um jovem promissor que interrompeu os estudos; acolá, uma obra literária circunscrita ao rascunho.
Há também inúmeras torres inacabadas na vida espiritual. Sansão iniciou sua obra com força física e moral, mas terminou seus dias tendo apenas força física. Saul começou a carreira nos braços do povo, mas achou o fim da existência na ponta de uma espada. Judas começou andando ao lado do Mestre, mas seus últimos dias marcaram uma caminhada ao lado de Satanás.
Todos eles acalentaram sonhos e ilusões. A vida de cada um, porém, nada mais foi do que uma torre inconclusa.
Quão diferente a vida do apóstolo Paulo! Quando Saulo é humilhado até ao pó, começa a vida brilhante de Paulo. Embora fisicamente cego na estrada de Damasco, o futuro apóstolo das gentes Vê pela fé a nova senda que deve palmilhar. A jornada não lhe foi fácil, pois ele mesmo confessou: ” Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço.” Romanos 7:19. Ele, porém, não desanimou. Havia um alvo a alcançar, uma vitória a conquistar. Como bom atleta, de tudo se absteve, considerando como esterco as coisas deste mundo. E não ficou aí: “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.” Filipenses 1:21.
A certa altura de sua experiência, Paulo revelou perseverança e, ao mesmo tempo, uma atitude despojada de suficiência própria: “Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Jesus Cristo.” Filipenses 3:12.
No final de sua carreira, o apóstolo disse que havia combatido “o bom combate”. II Timóteo 4:7. Olhando para o passado, vê as marcas da graça de Jesus. Não muito tempo depois, está diante do algoz. “Ao encontrar-se no lugar do martírio, não vê a espada do carrasco ou a terra que tão logo lhe há de receber o sangue.” – Atos dos Apóstolos, pág. 511.
A vida de Paulo é um monumento em homenagem ao cristão vitorioso. Ele começou e terminou a carreira. Um exemplo digno de imitação.
Pensamento para Reflexão
Nem sempre os que começam bem vão até o fim; é necessário perseverar.
Rubens S. Lessa, A Esperança do Terceiro Milênio, pág. 107.
 
Fonte: A Noticia Gospel

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Palavras Que Alimentam


Num diálogo com o professor, um aluno declarou-se incapaz de guardar os ensinamentos que ouvia. As lições, depois de poucos dias, eram por ele completamente esquecidas. Então, o professor lhe perguntou: “Quando está tomando sopa, você se esquece de levar a colher a boca?” O aluno replicou: “Não, porque não posso viver sem comer.” O mestre, com muita sabedoria, replicou: “Você também não pode viver sem instrução.”
Muitos teimam em desenvolver uma vida cristã sem contato diário com a Palavra de Deus. Contentam-se com migalhas nos fins de semana. O resultado é desnutrição espiritual. Sem a armadura de Deus, não podem prevalecer “contra as ciladas do diabo”. Efés. 6:11. A batalha cristã não é uma guerra de brinquedo, mas uma luta “contra os principados e potestades, contra os dominadores desse mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.” Efés. 6:12.
Viver sem comer é tão impossível como viver sem respirar. Do mesmo modo, não podemos vencer as artimanhas do maligno sem o poder da Palavra de Deus, Sem o pão do Céu, não há soldados espirituais.
Perguntas para Reflexão
Você é capaz de permanecer fiel a Deus sem se alimentar da biblia por quarenta dias?
Rubens S. Lessa, A Esperança do Terceiro Milênio, pág. 120
Fonte: Blog A Noticia Gospel